lunes, marzo 16, 2009

posmodernidade

Tudo era hipertexto, nada daquilo era seu. Fragmentos, dados, jogados, embaralhados. Ruga de plástico de uma chinesa que nunca conheceu. Puros índices, mas não os seus.

E para falar com amigos usava a virtualidade. Para ver fotos tocava botões com o dedo.
Via pelo Google Earth paises distantes, piramides, a muralha da China.

O mundo visto por Deus, de um Deus só.

Seu espelho estava rachado, e a única maneira de ver-se era com a câmera imbutida do computador.